Acabei de carregar na tecla vermelha do meu telemóvel por ter desligado a chamada da pessoa que mais amo no mundo, TU. Acabei de desliga-la mais uma vez com um sorriso estendido por completo nos meus lábios, um sorriso mais que verdadeiro. Pouso o telemóvel na mesa de cabeceira e meto-o a carregar para o dia seguinte, pois o meu dia está concluído, e concluído da melhor forma, ouvi a força das tuas cordas vocais a atravessarem montes de canais invisíveis até chegarem a mim, incrível como é o som produzido pelas tuas cordas vocais, produzes um som tão perfeito, tão sedoso e calmo. Meto-me em posição sentada na minha cama sobre uns lençóis amarelos e laranja, inclino-me para trás e estalo devagar as minhas costas, levanto-me e vou até à cozinha beber um copo de água, mas antes disso, deixo a minha/tua camisola que me deste como um dos três presentes de natal em cima da cama, só depois é que me segui em direcção à cozinha, como fosse um GPS e sigo sempre o mesmo caminho, pois percorro-o todos os dias como as pessoas adultas que vão todos os dias para o trabalho, cinco em sete dias por semana, ou até mais, ou às vezes até menos. Abro o armário branco da cozinha e retiro um copo de vidro, dou duas rotações para a esquerda para abrir a agua frio e encho até meio copo. Enquanto bebo água penso no quanto me és importante, penso em ti, em mim e com todo o meu orgulho em nós, penso em como a nossa relação é sincera e clara como um azul bebé, sim, talvez seja essa a palavra mais indicada, clara. Não adquiro a palavra escuro, pois não existe domingo, 26 de dezembro de 2010
Chamo-lhe de amor filosófico honesto (L)
Acabei de carregar na tecla vermelha do meu telemóvel por ter desligado a chamada da pessoa que mais amo no mundo, TU. Acabei de desliga-la mais uma vez com um sorriso estendido por completo nos meus lábios, um sorriso mais que verdadeiro. Pouso o telemóvel na mesa de cabeceira e meto-o a carregar para o dia seguinte, pois o meu dia está concluído, e concluído da melhor forma, ouvi a força das tuas cordas vocais a atravessarem montes de canais invisíveis até chegarem a mim, incrível como é o som produzido pelas tuas cordas vocais, produzes um som tão perfeito, tão sedoso e calmo. Meto-me em posição sentada na minha cama sobre uns lençóis amarelos e laranja, inclino-me para trás e estalo devagar as minhas costas, levanto-me e vou até à cozinha beber um copo de água, mas antes disso, deixo a minha/tua camisola que me deste como um dos três presentes de natal em cima da cama, só depois é que me segui em direcção à cozinha, como fosse um GPS e sigo sempre o mesmo caminho, pois percorro-o todos os dias como as pessoas adultas que vão todos os dias para o trabalho, cinco em sete dias por semana, ou até mais, ou às vezes até menos. Abro o armário branco da cozinha e retiro um copo de vidro, dou duas rotações para a esquerda para abrir a agua frio e encho até meio copo. Enquanto bebo água penso no quanto me és importante, penso em ti, em mim e com todo o meu orgulho em nós, penso em como a nossa relação é sincera e clara como um azul bebé, sim, talvez seja essa a palavra mais indicada, clara. Não adquiro a palavra escuro, pois não existe
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girissimo, adorei os post's +.+
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